IMPLEMENTAÇÃO DE CIDADES INTELIGENTES SUSTENTÁVEIS E INCLUSIVAS SOB A PERSPECTIVA DA SAÚDE (ODS 11 da Agenda 2030 da ONU)
DOI:
https://doi.org/10.29327/1163602.7-166Palavras-chave:
CIDADES INTELIGENTES, CIDADE SUSTENTÁVEL, SAÚDE COLETIVAResumo
O presente estudo é um desdobramento, dentro de um projeto de pesquisa com foco no consumo sustentável no âmbito de cidades inteligentes. No entanto, o objetivo deste estudo é, primeiramente, trazer a delimitação conceitual de cidade inteligente, não numa perspectiva de uma cidade que incorpora, apenas tecnologia e aparelhada com redes de comunicação. Significa afirmar que a narrativa de ‘inteligente’ não pode sugerir que todos os problemas de gestão urbana possam ser manejados e conduzidos com a melhor solução por meio de tecnologias. Na verdade, o foco é reconhecer que cidades inteligentes podem e devem ser importantes para transformar a vida dos cidadãos no contexto da urbe, de maneira que a utilização das tecnologias possa, sim, aproximá-los no debate para construção de cidades mais sustentáveis. Ademais, é importante que se destaque a necessidade de que a cidade inteligente tenha em mira as Diretrizes do Estatuto da Cidade (L. 10.257/2001), em especial, art. 2º, X. Nesse sentido, é importante que se fortaleça a inclusão digital dos cidadãos para que possam acompanhar e participar das decisões quanto aos desafios que se colocam para serem debatidos na condução da gestão da cidade, por exemplo, questão da saúde básica e coletiva, visando mais eficiência na prevenção e precaução nos problemas epidêmicos e pandêmicos e, nesse contexto, é possível destacar a importância da análise da big data; ainda, é possível destacar a telemedicina visando a inclusão do cidadão no acesso à saúde e cuja tecnologia pode contribuir, também, para campanhas de conscientização dos cidadãos que estejam com mobilidade reduzida. O método é hipotético dedutivo sob a perspectiva da compreensão do contexto ainda em construção. Já, a metodologia se dá sob a perspectiva da leitura bibliográfica e da análise por meio do diálogo das fontes, considerando, a importância das fontes heterônomas e autônomas, sem desconsiderar as forças sociais não estatais.