Prevalência de Doenças Ocupacionais em Mulheres nas Universidades
Artigo de Revisão Sistemática
Palavras-chave:
Prevalência; doença; ocupacional; mulher; universidade.Resumo
A pesquisa é sobre a prevalência de adoecimento mulher trabalhadora em universidades. A OIT afirma que o direito ao trabalho digno, produtivo, com condições de liberdade, igualdade e dignidade é para mulheres e homens. Vários fatores influenciaram a entrada das mulheres no mercado de trabalho. Pode-se ver que a divisão do trabalho sem considerar a perspectiva de gênero contribui para as desigualdades entre mulheres e homens de muitas maneiras, particularmente quando se trata de saúde. Objetivo: identificar a prevalência de doenças ocupacionais nas mulheres trabalhadoras nas universidades. Materiais e métodos: Este artigo de revisão sistemática foi realizado com base na metodologia da Declaração PRISMA, declaração de 2009 com artigos de bases de dados: scopus e web of science, que associou a prevalência de doenças ocupacionais em mulheres nas universidades. Os dados podem ser analisados a partir da Organização Internacional do Trabalho - OIT, bem como da Organização Mundial da Saúde - OMS. Discussão. A pesquisa fornece dados sobre evidências de tecnologias, benefícios e discussões sobre como as condições de trabalho afetam particularmente as mulheres, que têm causas potenciais de doenças que podem resultar em má qualidade de vida no trabalho e, portanto, requerem um aprofundamento nos dados coletados com o objetivo de mudar essa realidade. Nos estudos, as reflexões iniciais incentivam a possibilidade de aprofundamento com novas pesquisas. Conclusão: os resultados demonstram a importância a prevalência de doenças, em mulheres nas universidades, em determinadas categorias profissionais, aqui representadas por profissionais de saúde, professores e técnicos administrativos. O artigo trouxe a contribuição de estudos sobre a importância da percepção do perfil do trabalhador, considerando além da idade, doenças associadas, bem como doenças que não foram declaradas como doença ocupacional, mas que permeiam o ambiente de trabalho e precisam se aprofundar como tal. E, fundamentalmente, a necessidade de ampliar a pesquisa no sentido de da prevalência de doenças ocupacionais em mulheres nas universidades, a partir dos artigos estudados.